Placas de Farmácia

Quando cheguei em Ouagadougou, assim como tipicamente faço ao chegar em um lugar novo (se, isso é, as regras de segurança me permitem – que alegrei em descobrir que em Burkina permitiam sim!), sai para fazer uma caminhada pela vizinhança.

E nesta caminhada, uma das primeiras coisas que reparei foi uma pletora de farmácias. Ou, pelo menos, de placas de farmácias. Nāo cheguei a ver as próprias farmácias, fora uma, e essa estava fechada.

Ao longo do resto da minha estadia, vi mais dúzias e dúzias e centenas, talvez até milhares, de placas de farmácias. E poucas farmácias abertas.

Por um lado, faz sentido absoluto: acesso a medicamento é muitas vezes uma necessidade urgente, especialmente em paises em que pessoas dependem mais da farmácia do que do médico (nāo sei se isso descreve Burkina Faso, mas muitos paises onde morei sāo assim). Entāo é importante poder acessar uma farmácia rapidamente. Mas por outro lado, por que ter uma placa se nāo estiver aberto para atender clientes?

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