festa de taboule – tudo sobre o podcast

      Após alguns minutos de conversa com Rocsi, um senso de dever levou Leila a ficar em pé outra vez e a oferecer mais tabule às meninas. Algumas aceitaram e, quando Leila havia se assegurado de que todas haviam comido até se sentirem satisfeitas – e era bom que já o estivessem, pois sobrara muito pouco tabule – perguntou à Maha se tinha alguma música boa para dançar. Maha repassou as fitas e escolheu uma de música de dança, no estilo árabe clássico. Leila empurrou a mesa para o lado e passou um lenço para Rocsi, acompanhado de um pedido: “Dança pra nós, vai!?”.
Não foi preciso insistir muito: Mari e Ghalia começaram a bater palmas e logo as outras as imitaram, todas no mesmo ritmo. Rocsi pegou o lenço, o amarrou nos quadris e começou a dançar.
Ela moveu os quadris e captou os olhos de Leila, girou a parte inferior do corpo. Aí ela deu um giro completo e fitou Ruda e suas colegas, pisando para frente e para trás. Depois começou a parte mais intensa da percussão: Rocsi parou e começou a vibrar, subindo a vibração, aos poucos, das pernas para as coxas, até chegar na barriga. As batidas ficaram mais fortes e ela vibrou mais e mais. No auge, algumas das meninas começaram a emitir um trilado característico: “LaLaLaLaLaLaLaLaaaaa!”

Este é um extratinho do capítulo que vai ao vivo nesta próxima semana no meu podcast Sonhando na Medina, que agora está completamente vivo. Por favor, dê uma olhada e se inscreva! Existem duas maneira de se inscrever, clicando em um dos seguintes links:

Estou aberta a toda e qualquer palpite, e para ser completamente honesta, estou um pouco desesperada/esperançosa de que alguém talvez publique uma crítica/avaliaçāo no iTunes, entāo se você se decidir de fazer isso, vou te amar sempre (ou o você anônimo pois acho que nāo vou saber qual sua identidade pelos dados fornecidos no iTunes).

O objetivo deste projeto é a conscientizaçāo sobre a cultura e povo sírio, e as necessidades de mulheres no Oriente Médio, e também fornecer uma imagem mais humana para equilibrar as imagens horríficas apresentadas pela mídia. Também espero que, reconhecendo que esta história é sobre pessoas reais (revisadas de forma fictícia é claro), que talvez os ouvintes orem mais pela Síria.

Entāo, por favor, me ajudem a divulgar, me dêem conselho sobre como melhorar o projeto, etc. etc.!

uma festa autêntica de taboule, de certo tipo

 

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