Com Happy Girl, segundo episódio

Se você perdeu a primeira metade desta históriazinha, clique aqui! Happy Girl e eu estamos comparando nossas perspectivas de umas questōes de vida, fazendo um pouco de culturlaçamento interpessoal.

4. Qual sua opiniāo sobre dar dinheiro a igreja ou a caridade?
HG: Acredito que devemos dar 10% de nossa renda à igreja e/ou à caridade. Me contentizo em deixar a igreja ou a caridade decidir como melhor usar o dinheiro. Eu decido qual igreja ou caridade à base de como ela distribui o apoio que presta. Acredito que Deus pede um décimo de minha renda e é assim que atendo a esse pedido.

KW: É melhor dar do que receber. Dar é sempre bom, e dar mais é melhor. E também acho que à medida que damos mais, existe alguma ‘bençāo’ em nossas vidas. O QUE vamos dar é outra questāo inteiramente. Depois de trabalhar for caridades por um bom tempo, vejo o lado negativo de qualquer boa causa e isso me deixa hesitante. Mas dar ainda é bom, mesmo se nem sempre sei a o que devo dar.

5. Você acredita que existe um papel que alguém faz simplesmente por causa do seu sexo?
HG: Sei que nāo devo pensar isso, mas sim. É só que acho que existem certas coisas que homens e mulheres fazem melhor, simplesmente por ser homem ou mulher.

KW: Acontece que sim. Sou mulher solteira profissional, e as pessoas geralmente tem a expectativa de que eu seja comprometida com igualdade absoluta, mas de fato acredito na equidade: nível igual de posiçāo mas com funçōes diferentes. Óbvio que homens nāo podem dar à luz a nenés ou mamar, mas quase todo homem que conheço é melhor em consertar carro do que quase toda mulher que conheço. Me parece que fuimos simplesmente criados assim, com certas excessōes notáveis.

6. É importante você e seus filhos se desempenharem bem na escola? Na atlética? Em outras áreas?
HG: Me importo, mas nāo tenho controle. Queria que meu filho se esforçasse ao máximo. Queria que ele se desafiasse. O meu auto-estima nāo dependia do desempenho do meu filho.

KW: Escola – claro. Tanto meu irmāo quanto eu empreendedores acadêmicos, e se eu tiver um filho que nāo é, seria muito difícil para aceitar. Em outras áreas, sim também, mas nāo acho que seria tāo emocionalmente valoroso para mim.

7. Você bebe com que frequência?
HG: Todo dia, mas nāo chego ao nível de intoxicar. Um cocktail ou uma taça de vinho

KW: Quando alguém me oferece uma taça de vinho, aceito. Quando em uma festa que serve bebidas o em um bar com amigos, tomo um Gin e Tônica ou um café irlandês. Realmente amo o vinho, mas nāo penso em tomar quando é só eu; acho que simplesmente nāo faz grande parte de minha vida. Nunca fiquei bêbada e nunca quero.

8. Você considera ir ao cinema e tirar férias todo ano, ser uma necessidade, ou um luxo?
HG: Nāo acredito nenhum dos dois ser uma necessidade, mas também nāo acho um luxo. Depende de como se usa o termo ‘férias’. So com isso quer dizer um descanso do trabalho, aí Sim, é uma necessidade. Precisamos de tempo para nos afinar, para nos restaurar. Nāo é necessário viajar para fazer isso, mas se possível é gostoso. Filmes, que isso? Realmente nem ligo com eles. Música, aí é outra coisa. Essencial. 🙂

KW: Os dois: um luxo necessário. Óbvio que muitas pessoas no mundo nāo tem acesso a essas coisas, e nesse sentido sāo um luxo. Mas sāo absolutamente úteis para a saúde mental e emocional, e isso os faz uma necessidade.
9. Qual sua opiniāo sobre a adoçāo?
HG: Considero positiva

KW: Muito inconfortável. Nāo sou completamente contra, mas acho que existem muitos riscos e perigos. Me irrita que existe um ar em muitos grupos cristāos na América hoje em dia que adoçāo-é-sempre-maravilhoso. Eu nāo acho que isso é verdade; acho que é uma decisāo a ser considerado com grande cuidade, com muita oraçāo a respeito, resistido e provado, etc., antes de ir em frente.

10. O que você acha sobre casamento civil?
HG: Considerando o que o casamento está se tornando, tudo bem. Há dois anos atrás eu teria sido mais positivo sobre casamento e menos positivo sobre uniōes civis. Eu, pessoalmente, sou casada ao mesmo homem há 29 anos. Tenho grande compromisso com ele. Imagino que logo vamos poder nos casar com nossos cachorros se quisermos. Entāo, casamento, em termos legais, perdeu o sua atraçāo para mim. Parece que vamos ter que achar outra instituiçāo para tomar o lugar daquilo que era o casamento. Entāo a resposta curta seria, tudo bem comigo.

KW: Para mim faz sentido absoluto. Sei que a palavra “casamento” tem um significado profundo para muitas pessoas, e nāo entendo muito bem porque, mas acho que penso que se qualquer par de pessoas quiserem fazer um compromisso para compartilhar suas vidas, com o sem romance, sem levar seu sexo em consideraçāo, acho que nāo tem problema e legalmente eles devem ter o direito. Casamento “diante de Deus” é outro assunto na minha mente.

Repito minha pergunta do outro dia: você tem outra resposta a alguma dessas perguntas? Uma perspectiva a acrescentar? Fale nos comentários abaixo.

Também… para quem lê inglês… visite Happy Girl no seu blog Being Happy e confere nela um pouco de encorajamento; esse mês nāo foi fácil para ela nāo.

 

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