A equipe: Primeira semana

Alguns pensamentos do fim da primeira semana de minha recente viagem de trabalho

Vendo eles se unindo em ânimo pela sua terefa foi uma sensaçāo pela qual jamais esperava.

Durante a hora do almoço um dia – o segundo dia – Ela disse que eles já se sentiam como família. Ela estava tāo contente trabalhando com outros colegas e nāo com consultores velhos, enfadonhos, e cheios de si. Ela gostava que todos eram jovens.

Na próxima tarde, vi Ela paquerando com o Magrinho. Mais cedo aquele dia, o Mais Velho havia entrado na sala e abraçado cada um dos homens mais jovens como se fossem mesmo família.

O Robusto, no último dia, fez uma apresentaçāo fantástica, imitando um oficial do governo. Cada um de nós segurava a barriga por tanto rir em ver seus berros de “Asalamu Aleikom” num telefone enquanto suas visitas o esperavam tentando segurar a paciência, que capturavam precisamente a imagem que todos nós temos de tais oficiais. Ele gritando truísmos, honestos e verdadeiros.

Chegando no último dia, ninguém entre nós estava muito ligado com o planos pro dia. Eles estavam curtindo tanto as pecinhas que faziam imitando entrevistas, preenchendo formulários juntos, e escrevendo histórias juntos, e a tarefa que seguia estava longe de suas mentes. Da maneira boa. Estava longe de suas mentes porque eles estavam curtindo. Curtindo… seu… trabalho.

Enquanto eles estudavam os formulários uma última vez na tarde final da orientaçāo, O Quieto pediu que eu tirasse fotos dos cinco deles, acotovelados num computador brigando sobre a ONG fictícia fazia o suficiente para incluir beneficientes no processo de fazer decisōes. Eles estavam resolutos e alegres… como se estivessem prestes a explodir em briga e em risada ao mesmo tempo.

Eu nāo havia agendado “trabalho em equipe” ou atividades para o pessoal se conhecer melhor, ainda que essa é uma boa prática de treinador. Só pedi que eles praticassem serem “contadores de histórias” nos contando um pouco de suas vidas. Mas parece que as pessoas certas participaram. E o assunto era de interesse a eles. E eles eram um grupo pequeno o suficiente para mesclar. E talvez, possívelmente, eles relaxaram um pouco quando eu os disse que eles teriam responsabilidade no processo. Ah, como é fácil esquecer de conceber responsabilidade aos outros!

E agora, agora que partiram, cada um para sua regiāo para fazer o trabalho complicado, agendando reuniōes, entrevistando, escrevendo análise… ah como é difícil o processo de escrever análise… nāo tenho nem um pouco de inveja deles em ter que fazer isso… Mas eles estāo ligando um para o outro! Vendo como vāo, se encorajando! Quando eu ligo para eles, eles ficam contentes em receber a ligaçāo e me dāo seus relatórios sobre o que conseguiram cumprir no dia.

Pela primeira vez estou supervisionando uma equipe que tomou posse pelo processo, tanto que poderíamos dizer que sāo eles que estāo me direcionando. Tudo isso porque eles se apaixonaram um pelo outro, e me deixaram assistir.

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